

Tinto
Héroes del Vino é um projeto inspirado em pequenos viticultores que hoje são os guardiões dos vinhedos ancestrais, verdadeiros tesouros que a terra nos entrega. Pessoa que se esforça muito e não desiste de algo que quer fazer ou obter. José Miguel Castillo é tenaz, viticultor da cidade de Huaro, no Vale do Itata, seu caminho para se tornar um herói começou em uma tenra idade, vendo seu avô e depois seu pai produzindo vinhas da Cinsault com mais de cem anos. Miguel Torres foi a primeira empresa vinícola estrangeira estabelecida no Chile. A família Torres escolheu este país como o destino apropriado para a prática da vinicultura, devido às suas excelentes condições para o desenvolvimento desta indústria. Todas as manhãs, no Vale do Maule, o sol nasce nos Andes, iniciando um ritual de união com a terra e a vinha.


Rosé
A excelente frescura aromática da Touriga Nacional, em perfeita harmonia com a elegante textura da Tinta Roriz, plantadas em solos de xisto a 400 metros de altitude, originam um vinho equilibrado e fresco onde podemos encontrar expressivos aromas de framboesa e flores de violeta. Tudo em sintonia com vibrantes sensações de mineralidade. Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Tinto
Miguel Torres foi a primeira empresa vinícola estrangeira estabelecida no Chile. A família Torres escolheu este país como o destino apropriado para a prática da vinicultura, devido às suas excelentes condições para o desenvolvimento desta indústria.A linha Cordillera apresenta a melhor expressão da Cabernet Sauvignon do Valle de Maipo, uma região do Chile reconhecida pela qualidade de seus vinhos tintos.


Branco
Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Tinto
Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Tinto
Feito devagar no Alentejo e com origem na região demarcada de Reguengos de Monsaraz, é um vinho feito a partir de uvas em modo de produção biológico, em solos pobres e pedregosos e num clima continental, caracterizado por grandes amplitudes térmicas. Composto maioritariamente por Aragonez, Syrah e Touriga Nacional, revela o carácter típico da sua origem. É intenso, de aromas ricos, paladar complexo e excelente aptidão gastronómica. É um vinho para todas as ocasiões.


Branco
Respeitando a tradição vitivinícola da mais antiga região demarcada do mundo, são vinhos produzidos com base nas suas variedades autóctones. Versáteis e gastronómicos, expressam o lado mais fresco do Douro. Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio. Fruto das castas mais tradicionais da região, os nossos Assobios tinto, branco e rosê, frescos e versáteis, são vinhos com grande aptidão gastronómica.


Rosé
Saindo na estação de comboios da Covelinha, na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, ficamos de frente para a actual adega da Quinta dos Murças – antigamente apenas um sólido armazém – ostentando o seu nome, de acordo com a velha tradição das quintas durienses. A Quinta dos Murças é hoje uma propriedade agrícola de 155ha, situada ao longo de 3,2km na margem direita do rio. Impondo-se pela impressionante verticalidade das suas vertentes, acolhe dezenas das castas autóctones da região, e beneficia de uma riqueza paisagística única, onde se sobrepõem encostas íngremes, socalcos, ribeiros, vinhas e olivais. A data da sua fundação não conseguimos precisar. A primeira referência escrita à Quinta dos Murças data de 1770, no livro de registo das qualificações dos vinhos de embarque da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio. Fruto das castas mais tradicionais da região, os nossos Assobios tinto, branco e rosé, frescos e versáteis, são vinhos com grande aptidão


Rosé
A linha Ándica, da vinícola Miguel Torres, é uma homenagem à biodiversidade e respeito aos ecossistemas do Chile, que resulta em vinhos de excelente tipicidade, orgânicos e certificados. Miguel Torres foi a primeira empresa vinícola estrangeira estabelecida no Chile. A família Torres escolheu este país como o destino apropriado para a prática da vinicultura, devido às suas excelentes condições para o desenvolvimento desta indústria.A linha Cordillera apresenta a melhor expressão da Cabernet Sauvignon do Valle de Maipo, uma região do Chile reconhecida pela qualidade do seus vinhos.


Branco
Com um estilo contemporâneo e perfil elegante e intenso, estes vinhos mostram o carácter de talhões selecionados e bem definidos na Herdade. No século XIII, D. João de Aboim, descendente de Egas Moniz e figura central no tempo do rei D. Afonso III, formou, a partir de vários territórios doados pelos concelhos de Monsaraz e de Portel, a Defesa do Esporão – uma das mais antigas propriedades no Sul de Portugal. As Defesas eram grandes propriedades coutadas, defendidas das pastagens de gado vindo de outras paragens, e estão diretamente ligadas à formação de Portugal, no período da reconquista cristã do Sul. Exemplos de sistemas agrosilvopastoris, as Defesas caracterizavam-se por uma diversidade de utilização. Derivando do bosque mediterrânico, as Defesas conquistaram, nesses tempos fundadores, terrenos aos bosques para pastagens. A Defesa do Esporão foi um dos grandes exemplos deste tipo de propriedades ligadas à formação de Portugal. A sua delimitação por carta de finais do século XIII, guardada na Torre do Tombo, permanece até hoje inalterada com séculos de práticas agrosilvopastoris, baseadas na conservação da biodiversidade e numa multifuncionalidade que o Esporão continua hoje a eleger como boa prática na proteção do nosso ecossistema.


Tinto
As cruzes de pedra, situadas na periferia da terra, receberam o nome de Santa Digna. Estas cruzes serviram para demarcar os territórios e simbolizava fortuna e proteção para aqueles que viajaram para países distantes. A imagem de Santa Digna mantém o mais puro de nossa identidade, uma fusão de prosperidade e simplicidade do projeto chileno. Ele reflete a união da sua origem (cruz da prosperidade) com a cruz andina da América Latina, graças ao continente e cultura que nos acolheu há mais de 30 anos atrás. Desde a nossa chegada no Chile em 1979 começamos experimentos vitícolas com diferentes variedades. Uma delas, a Shiraz, não parecia achar em Curicó um melhor habitat e, portanto, após os anos, chegamos até Linares, 140 km. ao sul. Lá, em solos pobres e bem drenados, a Shiraz rende escassa, mas excelentes colheitas de uva. Apreciar a cor púrpura e intensa, e o aroma com notas de pequenos frutos pretos, violeta e groselha. Com presença em mais de 100 países, a vinha familiar Miguel Torres Chile se consolidou nestes 30 anos como uma das principais vinícolas produtoras de vinhos de qualidade através da identidade dos seus produtos, o respeito ao meio ambiente e a sua responsabilidade social. Ao longo do território chileno as nossas adegas forjaram uma identidade e produção única de acordo com o clima onde eles estão dando a Miguel Torres Chile variedades com sabores e cepas típicos de nosso país. Nós nos preocupamos com a manutenção de cuidados ambientais e uma forte Responsabilidade Social fortalecida no Comercio Justo o Fair Trade, durante todo o processo de produção dos nossos vinhos.


Espumante
Os espumantes franceses são conhecidos mundialmente por diversos motivos. A rica combinação de uvas unida às técnicas de produção bem desenvolvidas e exploradas pelos produtores dão origem às bebidas mais procuradas e apreciadas pelas pessoas.Trazendo toda a mineralidade da Borgonha e a leveza da França, o produtor Jean Dorsene nós apresenta um espumante descontraido e facil de beber.


Tinto
As cruzes de pedra, situadas na periferia da terra, receberam o nome de Santa Digna. Estas cruzes serviram para demarcar os territórios e simbolizava fortuna e proteção para aqueles que viajaram para países distantes. A imagem de Santa Digna mantém o mais puro de nossa identidade, uma fusão de prosperidade e simplicidade do projeto chileno. Ele reflete a união da sua origem (cruz da prosperidade) com a cruz andina da América Latina, graças ao continente e cultura que nos acolheu há mais de 30 anos atrás. Desde a nossa chegada no Chile em 1979 começamos experimentos vitícolas com diferentes variedades. Uma delas, a Shiraz, não parecia achar em Curicó um melhor habitat e, portanto, após os anos, chegamos até Linares, 140 km. ao sul. Lá, em solos pobres e bem drenados, a Shiraz rende escassa, mas excelentes colheitas de uva. Apreciar a cor púrpura e intensa, e o aroma com notas de pequenos frutos pretos, violeta e groselha. Com presença em mais de 100 países, a vinha familiar Miguel Torres Chile se consolidou nestes 30 anos como uma das principais vinícolas produtoras de vinhos de qualidade através da identidade dos seus produtos, o respeito ao meio ambiente e a sua responsabilidade social. Ao longo do território chileno as nossas adegas forjaram uma identidade e produção única de acordo com o clima onde eles estão dando a Miguel Torres Chile variedades com sabores e cepas típicos de nosso país. Nós nos preocupamos com a manutenção de cuidados ambientais e uma forte Responsabilidade Social fortalecida no Comercio Justo o Fair Trade, durante todo o processo de produção dos nossos vinhos.


Tinto
As cruzes de pedra, situadas na periferia da terra, receberam o nome de Santa Digna. Estas cruzes serviram para demarcar os territórios e simbolizava fortuna e proteção para aqueles que viajaram para países distantes. A imagem de Santa Digna mantém o mais puro de nossa identidade, uma fusão de prosperidade e simplicidade do projeto chileno. Ele reflete a união da sua origem (cruz da prosperidade) com a cruz andina da América Latina, graças ao continente e cultura que nos acolheu há mais de 30 anos atrás. Desde a nossa chegada no Chile em 1979 começamos experimentos vitícolas com diferentes variedades. Uma delas, a Shiraz, não parecia achar em Curicó um melhor habitat e, portanto, após os anos, chegamos até Linares, 140 km. ao sul. Lá, em solos pobres e bem drenados, a Shiraz rende escassa, mas excelentes colheitas de uva. Apreciar a cor púrpura e intensa, e o aroma com notas de pequenos frutos pretos, violeta e groselha. Com presença em mais de 100 países, a vinha familiar Miguel Torres Chile se consolidou nestes 30 anos como uma das principais vinícolas produtoras de vinhos de qualidade através da identidade dos seus produtos, o respeito ao meio ambiente e a sua responsabilidade social. Ao longo do território chileno as nossas adegas forjaram uma identidade e produção única de acordo com o clima onde eles estão dando a Miguel Torres Chile variedades com sabores e cepas típicos de nosso país. Nós nos preocupamos com a manutenção de cuidados ambientais e uma forte Responsabilidade Social fortalecida no Comercio Justo o Fair Trade, durante todo o processo de produção dos nossos vinhos.


Rosé
Um rosé refrescante para todo momentos. Casa Vinicola Sartori é uma tradicional vinícola familiar italiana que está sob os cuidados da quarta geração dos Sartori. Fundada em 1898, em Verona, por Pietro Sartori, detém vinhedos em zonas privilegiadas de Valpolicella, em solos calcários e argilosos. Ao longo de mais de um século, Casa Vinicola Sartori mantém a gestão e filosofia familiar na elaboração de seus vinhos, com profundo respeito à tradição. Por outro lado, acompanha as inovações nas técnicas de cultivo e vinificação para garantir a máxima qualidade de seu selecionado portfólio, que reúne os mais emblemáticos vinhos do nordeste da Itália.
