

Espumante
"Em 1743 em Epernay, Claude Moët começou a entregar os vinhos da região de Champagne em Paris. O reinado de Luis XV coincidiu com um grande aumento da demanda de vinhos efervescentes. Moët expandiu rapidamente e, pelo final do século XVIII, já estava exportando a bebida para toda a Europa e Estados Unidos. Seu neto, Jean-Rémy Moët, levou a ""Casa"" para uma clientela de elite como Thomas Jefferson e Napoleão Bonaparte. O nome Chandon foi adicionado à companhia quando Jean-Rémy Moët deu a metade da companhia a seu genro Pierre-Gabriel Chandon de Briailles em 1832 Moët Ice Imperial Rosé é o primeiro e único champagne especialmente criado para ser degustado com gelo. Uma nova experiência juntando descontração, sol e frescor mantendo o estilo da Moët & Chandon, estilo marcado por sua elegância. "


Espumante
"Em 1743 em Epernay, Claude Moët começou a entregar os vinhos da região de Champagne em Paris. O reinado de Luis XV coincidiu com um grande aumento da demanda de vinhos efervescentes. Moët expandiu rapidamente e, pelo final do século XVIII, já estava exportando a bebida para toda a Europa e Estados Unidos. Seu neto, Jean-Rémy Moët, levou a ""Casa"" para uma clientela de elite como Thomas Jefferson e Napoleão Bonaparte. O nome Chandon foi adicionado à companhia quando Jean-Rémy Moët deu a metade da companhia a seu genro Pierre-Gabriel Chandon de Briailles em 1832 Moët Ice Imperial é o primeiro e único champagne especialmente criado para ser degustado com gelo. Uma nova experiência juntando descontração, sol e frescor mantendo o estilo da Moët & Chandon, estilo marcado por sua elegância."


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Em 2005, decidida a elaborar o espumante ícone do Brasil a Casa Valduga homenageou os 130 anos da chegada da família italiana no Brasil, e elaborou o incomparável Brut 130.


Rosé
Quando provamos uma taça do Claude Val Rosé, podemos entender o motivo do sucesso estrondoso em todo o Brasil. Focado nas pequenas frutas vermelhas maduras e notas florais, é um vinho encantador, leve, fresco, com equilíbrio impecável, final limpo e suculento. Deliciosamente fácil de se beber, vai bem em qualquer ocasião!


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado pelo método Champenoise e maturado em caves subterrâneas, possui perlage fino e duradouro.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. A ARTE deste espumante está na composição harmônica de 60% da variedade Chardonnay e 40% de Pinot Noir. Apresenta perlage fina e persistente, incomparável aroma de frutas frescas e tropicais com delicado toque de pão tostado, unidos a uma leve suavidade gustativa.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, através do método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração dourada e fascinante perlage. Revela um bouquet sofisticado e intenso de frutas maduras como abacaxi e pera.


Rosé
A excelente frescura aromática da Touriga Nacional, em perfeita harmonia com a elegante textura da Tinta Roriz, plantadas em solos de xisto a 400 metros de altitude, originam um vinho equilibrado e fresco onde podemos encontrar expressivos aromas de framboesa e flores de violeta. Tudo em sintonia com vibrantes sensações de mineralidade. Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Espumante
"É na mística Serra Das Encantadas, onde o sol desperta entre névoas e vinhedos, que nasce um espumante singular: o Espumante Chandon Névoa Das Encantadas Brut. Uma verdadeira obra-prima enológica que expressa a essência pura da região. Elaborado exclusivamente a partir da casta Chardonnay, cuidadosamente selecionada em uma parcela única, o Névoa Das Encantadas é produzido sem intervenções, sem acréscimo de açúcar ou outros aditivos. A história da marca começou em 1959 com Robert-Jean de Vogüé e sua busca incessante por arriscar e descobrir novos territórios. Esse espírito pioneiro o levou até a Serra Gaúcha, onde foi criada a primeira vinícola no Brasil dedicada exclusivamente a elaboração de espumantes. Para realizar o espumante Chandon Reserve, foram selecionadas microrregiões de clima ameno, dias não muito quentes e noites frescas, solos bem drenados capazes de eliminar rapidamente os excessos de água de chuvas. Os dois terroirs estão localizados em Garibaldi e Encruzilhadas do Sul na Serra Gaúcha entre 350metros e 700metros. Estas condições permitem obter uvas de alta qualidade, maduras, apresentando bons teores de acidez natural e aromas delicados, características essenciais para elaborar espumantes de classe mundial."


Espumante
"O Blanc de Noir é um espumante elaborado apenas com uvas tintas, porém sem ou com pouco contato com a casca. Ou seja, sua coloração, apesar da utilização de uvas tintas, é branca, daí seu nome “Branco de Preto”. Para essa bebida, são utilizadas variedades como Pinot Noir e Pinot Meunier. A história da marca começou em 1959 com Robert-Jean de Vogüé e sua busca incessante por arriscar e descobrir novos territórios. Esse espírito pioneiro o levou até a Serra Gaúcha, onde foi criada a primeira vinícola no Brasil dedicada exclusivamente a elaboração de espumantes. Para realizar o espumante Chandon Reserve, foram selecionadas microrregiões de clima ameno, dias não muito quentes e noites frescas, solos bem drenados capazes de eliminar rapidamente os excessos de água de chuvas. Os dois terroirs estão localizados em Garibaldi e Encruzilhadas do Sul na Serra Gaúcha entre 350metros e 700metros. Estas condições permitem obter uvas de alta qualidade, maduras, apresentando bons teores de acidez natural e aromas delicados, características essenciais para elaborar espumantes de classe mundial."


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Espumante único elaborado a partir das variedades Chardonnay e Pinot Noir através do Método Tradicional refermentação em garrafa permaneceu 24 meses nas caves subterrâneas maturando sobre leveduras.


Rosé
Saindo na estação de comboios da Covelinha, na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, ficamos de frente para a actual adega da Quinta dos Murças – antigamente apenas um sólido armazém – ostentando o seu nome, de acordo com a velha tradição das quintas durienses. A Quinta dos Murças é hoje uma propriedade agrícola de 155ha, situada ao longo de 3,2km na margem direita do rio. Impondo-se pela impressionante verticalidade das suas vertentes, acolhe dezenas das castas autóctones da região, e beneficia de uma riqueza paisagística única, onde se sobrepõem encostas íngremes, socalcos, ribeiros, vinhas e olivais. A data da sua fundação não conseguimos precisar. A primeira referência escrita à Quinta dos Murças data de 1770, no livro de registo das qualificações dos vinhos de embarque da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio. Fruto das castas mais tradicionais da região, os nossos Assobios tinto, branco e rosé, frescos e versáteis, são vinhos com grande aptidão


Espumante
"A história da marca começou em 1959 com Robert-Jean de Vogüé e sua busca incessante por arriscar e descobrir novos territórios. Esse espírito pioneiro o levou até a Serra Gaúcha, onde foi criada a primeira vinícola no Brasil dedicada exclusivamente a elaboração de espumantes. Para realizar o espumante Chandon Rosé, foram selecionadas microrregiões de clima ameno, dias não muito quentes e noites frescas, solos bem drenados capazes de eliminar rapidamente os excessos de água de chuvas. Os dois terroirs estão localizados em Garibaldi e Encruzilhadas do Sul na Serra Gaúcha entre 350metros e 700metros. Estas condições permitem obter uvas de alta qualidade, maduras, apresentando bons teores de acidez natural e aromas delicados, características essenciais para elaborar espumantes de classe mundial."


Rosé
A linha Ándica, da vinícola Miguel Torres, é uma homenagem à biodiversidade e respeito aos ecossistemas do Chile, que resulta em vinhos de excelente tipicidade, orgânicos e certificados. Miguel Torres foi a primeira empresa vinícola estrangeira estabelecida no Chile. A família Torres escolheu este país como o destino apropriado para a prática da vinicultura, devido às suas excelentes condições para o desenvolvimento desta indústria.A linha Cordillera apresenta a melhor expressão da Cabernet Sauvignon do Valle de Maipo, uma região do Chile reconhecida pela qualidade do seus vinhos.


Rosé
É aquele vinho rosé para ter sempre em casa. Exibe uma linda cor rosa claro e brilhante. Muito fresco no nariz, com notas de morangos, cerejas, toques florais. Na boca é leve, vibrante, com acidez equilibrada pela fruta intensa e bem delineada.


Espumante
Os espumantes franceses são conhecidos mundialmente por diversos motivos. A rica combinação de uvas unida às técnicas de produção bem desenvolvidas e exploradas pelos produtores dão origem às bebidas mais procuradas e apreciadas pelas pessoas.Trazendo toda a mineralidade da Borgonha e a leveza da França, o produtor Jean Dorsene nós apresenta um espumante descontraido e facil de beber.