

Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado pelo método Champenoise e maturado em caves subterrâneas, possui perlage fino e duradouro.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, através do método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração dourada e fascinante perlage. Revela um bouquet sofisticado e intenso de frutas maduras como abacaxi e pera.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. A ARTE deste espumante está na composição harmônica de 60% da variedade Chardonnay e 40% de Pinot Noir. Apresenta perlage fina e persistente, incomparável aroma de frutas frescas e tropicais com delicado toque de pão tostado, unidos a uma leve suavidade gustativa.


Rosé
A excelente frescura aromática da Touriga Nacional, em perfeita harmonia com a elegante textura da Tinta Roriz, plantadas em solos de xisto a 400 metros de altitude, originam um vinho equilibrado e fresco onde podemos encontrar expressivos aromas de framboesa e flores de violeta. Tudo em sintonia com vibrantes sensações de mineralidade. Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Espumante único elaborado a partir das variedades Chardonnay e Pinot Noir através do Método Tradicional refermentação em garrafa permaneceu 24 meses nas caves subterrâneas maturando sobre leveduras.


Rosé
Saindo na estação de comboios da Covelinha, na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, ficamos de frente para a actual adega da Quinta dos Murças – antigamente apenas um sólido armazém – ostentando o seu nome, de acordo com a velha tradição das quintas durienses. A Quinta dos Murças é hoje uma propriedade agrícola de 155ha, situada ao longo de 3,2km na margem direita do rio. Impondo-se pela impressionante verticalidade das suas vertentes, acolhe dezenas das castas autóctones da região, e beneficia de uma riqueza paisagística única, onde se sobrepõem encostas íngremes, socalcos, ribeiros, vinhas e olivais. A data da sua fundação não conseguimos precisar. A primeira referência escrita à Quinta dos Murças data de 1770, no livro de registo das qualificações dos vinhos de embarque da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio. Fruto das castas mais tradicionais da região, os nossos Assobios tinto, branco e rosé, frescos e versáteis, são vinhos com grande aptidão


Espumante
"A história da marca começou em 1959 com Robert-Jean de Vogüé e sua busca incessante por arriscar e descobrir novos territórios. Esse espírito pioneiro o levou até a Serra Gaúcha, onde foi criada a primeira vinícola no Brasil dedicada exclusivamente a elaboração de espumantes. Para realizar o espumante Chandon Rosé, foram selecionadas microrregiões de clima ameno, dias não muito quentes e noites frescas, solos bem drenados capazes de eliminar rapidamente os excessos de água de chuvas. Os dois terroirs estão localizados em Garibaldi e Encruzilhadas do Sul na Serra Gaúcha entre 350metros e 700metros. Estas condições permitem obter uvas de alta qualidade, maduras, apresentando bons teores de acidez natural e aromas delicados, características essenciais para elaborar espumantes de classe mundial."


Rosé
A linha Ándica, da vinícola Miguel Torres, é uma homenagem à biodiversidade e respeito aos ecossistemas do Chile, que resulta em vinhos de excelente tipicidade, orgânicos e certificados. Miguel Torres foi a primeira empresa vinícola estrangeira estabelecida no Chile. A família Torres escolheu este país como o destino apropriado para a prática da vinicultura, devido às suas excelentes condições para o desenvolvimento desta indústria.A linha Cordillera apresenta a melhor expressão da Cabernet Sauvignon do Valle de Maipo, uma região do Chile reconhecida pela qualidade do seus vinhos.


Rosé
É aquele vinho rosé para ter sempre em casa. Exibe uma linda cor rosa claro e brilhante. Muito fresco no nariz, com notas de morangos, cerejas, toques florais. Na boca é leve, vibrante, com acidez equilibrada pela fruta intensa e bem delineada.


Espumante
"A história da marca começou em 1959 com Robert-Jean de Vogüé e sua busca incessante por arriscar e descobrir novos territórios. Esse espírito pioneiro o levou até a Serra Gaúcha, onde foi criada a primeira vinícola no Brasil dedicada exclusivamente a elaboração de espumantes. Para realizar o espumante Chandon Demi-Sec, foram selecionadas microrregiões de clima ameno, dias não muito quentes e noites frescas, solos bem drenados capazes de eliminar rapidamente os excessos de água de chuvas. Os dois terroirs estão localizados em Garibaldi e Encruzilhadas do Sul na Serra Gaúcha entre 350metros e 700metros. Estas condições permitem obter uvas de alta qualidade, maduras, apresentando bons teores de acidez natural e aromas delicados, características essenciais para elaborar espumantes de classe mundial."


Rosé
O mais recente membro da família Monte Velho, vem acrescentar frescura, intensidade e equilíbrio. Tal como o tinto e o branco, retrata os melhores aromas e sabores das uvas alentejanas. É um vinho versátil para acompanhar momentos de partilha. A primeira colheita do Monte Velho data de 1991 e chegou pela primeira vez ao mercado em 1992, na época com um custo de prateleira de 200 escudos. Inspirado no primogénito Esporão Reserva, o Monte Velho revolucionou o consumo de vinho diário, levando à mesa um vinho de qualidade a um preço acessível. Passados 30 anos, o percurso desta marca fica marcado por uma evolução significativa. Em 2020 foram vendidas, em mais de 50 países, 7 milhões e 400 mil garrafas de Monte Velho e, desde 2013, que este regional alentejano é produzido totalmente em modo de produção integrada. A história do Monte Velho está intimamente ligada ao território que lhe dá origem, sendo por isso um vinho marcadamente alentejano pela sua diversidade de castas e perfil. Os vinhos são da responsabilidade da equipa liderada pela Sandra Alves, resultando da conjugação da natureza e da tradição vitivinícola, aliadas à experiência e inovação que caracterizam o Esporão.


Espumante
A Casa Perini está localizada no Vale Trentino, entre colinas e videiras que compõem o cenário deste terroir. Desde a época do pai de Benildo Perini já existia o bom hábito de receber os visitantes da melhor maneira possível, os acolhendo com vinhos e alimentos de produção própria. Mais de 100 anos após a chegada dos imigrantes italianos, a família Perini mantém viva esta tradição, proporcionando aos interessados visitas às instalações para que os apreciadores de vinhos possam conhecer um pouco mais do processo de elaboração do produto e da estrutura da vinícola.


Espumante
A Casa Perini está localizada no Vale Trentino, entre colinas e videiras que compõem o cenário deste terroir. Desde a época do pai de Benildo Perini já existia o bom hábito de receber os visitantes da melhor maneira possível, os acolhendo com vinhos e alimentos de produção própria. Mais de 100 anos após a chegada dos imigrantes italianos, a família Perini mantém viva esta tradição, proporcionando aos interessados visitas às instalações para que os apreciadores de vinhos possam conhecer um pouco mais do processo de elaboração do produto e da estrutura da vinícola.


Rosé
Um rosé refrescante para todo momentos. Casa Vinicola Sartori é uma tradicional vinícola familiar italiana que está sob os cuidados da quarta geração dos Sartori. Fundada em 1898, em Verona, por Pietro Sartori, detém vinhedos em zonas privilegiadas de Valpolicella, em solos calcários e argilosos. Ao longo de mais de um século, Casa Vinicola Sartori mantém a gestão e filosofia familiar na elaboração de seus vinhos, com profundo respeito à tradição. Por outro lado, acompanha as inovações nas técnicas de cultivo e vinificação para garantir a máxima qualidade de seu selecionado portfólio, que reúne os mais emblemáticos vinhos do nordeste da Itália.


Rosé
O protagonista perfeito por um dia na praia, na piscina ou por um aperitivo. Desde Abril 1958, a “Cantina Sociale Veronese del Garda” continuou sua ascensão gradualmente, sempre crescendo. Com apenas 11 membros na sua criação, são agora 200 pessoas trabalhando e contribuindo nas colheitas. A vinícola da Cantina chegou a 1000 hectares.<br>O território inteiro contando com as municipalidades de Castelnuovo de Garda, Sona, San Giorgio in Salici, Palazzola, Peschiara, Sommacampagna, Colà, Lazise e Bardolino, providencia aproximadamente 13,000,000 de kilos de uvas.<br>A vinícola trabalha com princípios de substantabilidade, respeitando o trabalho feito no passado selecionando e controlando a qualidade das colheitas.<br>Espaços verdes foram colocados entre as vinhas para criar uma biodiversidade tanto de plantos tanto de animais. Um método alternativo como “grass growing – grama crescente” colocado entre as videiras permite que insetos utis protegem o lugar de parasitas que podem aparecer.


Rosé
Região Demarcada do Alentejo foi fundada apenas em 1988, contudo já existem vestígios da cultura do vinho desde o tempo dos romanos, nomeadamente no uso de talhas de barro, que ainda hoje são usadas. Alentejo significa “para além do Rio Tejo” e é este rio que delimita a região a norte. Esta região plana, de baixa altitude, tem plantações extensas, de várias centenas de hectares de vinha. O calor intenso que aqui se faz sentir no Verão, faz com que as uvas atinjam excelentes maturações, com muita concentração. Os vinhos são muito aromáticos e suaves e já atingiram uma reputação internacional considerável.