

Sobremesa/Fortificado
O Taylor’s Tawny 40 Anos é um lote de vinhos excepcionalmente raros e antigos, produzido em quantidades limitadas. Os Vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza. O envelhecimento em madeira durante os 40 anos concentraram este vinho até transformá-lo quase numa essência, desenvolvendo intensos e complexos aromas especiados e de frutos secos, para além de um paladar denso e concentrado, cheio de sabores ricos e aveludados.


Sobremesa/Fortificado
A Taylor’s é uma das poucas casas existentes a produzir um vinho do Porto Tawny 30 Anos. Vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza.


Sobremesa/Fortificado
Embora mais conhecida pelos seus lendários vinhos do Porto Vintage, a Taylor's é também um dos produtores mais respeitados de tawnies. O Taylor’s Tawny 20 Anos é um magnífico e delicadamente constituído lote de tawnies velhos, produzido em quantidades limitadas. Os vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza. No Tawny 20 Anos, a fruta acaba por aveludar mais do que no 10 Anos e os aromas especiados e de frutos secos, dados pelo envelhecimento, são mais poderosos e intensos.


Branco
Este vinho nasce em 2001 com o intuito de desafiar o perfil clássico dos grandes vinhos do Alentejo. Para tal a inusitada casta Semillon é fermentada e maturada em barricas novas de carvalho francês, com o intuito de otimizar o seu potencial. A maturidade da vinha aliada à seleção cuidadosa dos fornecedores de barricas tem vindo a reforçar o registo sólido, rico e complexo deste vinho. Este ano, desafiámos o fotógrafo e arquiteto Duarte Belo a ilustrar o rótulo. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Em 2005, decidida a elaborar o espumante ícone do Brasil a Casa Valduga homenageou os 130 anos da chegada da família italiana no Brasil, e elaborou o incomparável Brut 130.


Branco
Vinho clássico obtido unicamente das nossas uvas, em modo de produção biológica. A diversidade da Herdade do Esporão, em conjunto com as diferentes características das castas, dos solos, da maturidade das vinhas e das pessoas que fazem este vinho de forma consistente ao longo dos anos resultam num vinho rico, intenso, mas sempre harmonioso. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Tinto
A vinícola Col di Sole do grupo Lionello Marchesi nos traz um elegante Rosso di Montalcino, onde o clima e o solo têm características propícias para o cultivo da Sangiovese Grosso, casta autóctone da Toscana.<br><br>A denominação de origem Rosso di Montalcino foi criada em 1983 e traz algumas características em comum com a Brunello di Montalcino DOCG, como o uso exclusivo da Sangiovese e de garrafas bordalesas. No entanto, traz normas menos estritas do ponto de vista de rendimento máximo tanto por hectare como quantidade de vinho por quilo de uva (90 quintais por hectare e 70%, contra 80 quintais e 68% no caso da Brunello di Montalcino DOCG). Atualmente são cerca de 510 hectares de vinhedos.<br>Outra distinção importante diz respeito ao envelhecimento mínimo dos vinhos.<br>No caso do Rosso di Montalcino, o tempo mínimo é de 12 meses, que pode ser em garrafa, sem necessidade de passagem por madeira. O nível mínimo de álcool é 12% e os vinhos mostram uma variedade maior de estilos, até pela liberdade dada em relação ao envelhecimento. São, em linhas gerais, mais frescos e prontos para beber que os Brunellos.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado pelo método Champenoise e maturado em caves subterrâneas, possui perlage fino e duradouro.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, através do método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração dourada e fascinante perlage. Revela um bouquet sofisticado e intenso de frutas maduras como abacaxi e pera.


Rosé
A excelente frescura aromática da Touriga Nacional, em perfeita harmonia com a elegante textura da Tinta Roriz, plantadas em solos de xisto a 400 metros de altitude, originam um vinho equilibrado e fresco onde podemos encontrar expressivos aromas de framboesa e flores de violeta. Tudo em sintonia com vibrantes sensações de mineralidade. Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Branco
O genial Jean-Claude Mas é a grande estrela do Languedoc, e entre suas maiores criações está a linha Arrogant Frog. Coloração limão claro, tons verdeais. O aroma exibe forte acento cítrico e herbáceo, leve toque mineral típico do varietal. Muito frutado na boca, leve, acidez bem balanceada, boa persistência.


Durante séculos a nossa família colhe os frutos do território da Úmbria e, com sabedoria e paixão, os transforma em bom vinho. Uma história feita de tradição, que vem de uma terra capaz de expressar o seu carácter simples desde o primeiro gole. Prazeres para compartilhar vinhas carinhosamente cuidadas e de uma adega tradicional, mas equipada com as mais modernas tecnologias, nasce o vinho Terre De La Custodia. A generosidade da terra encontra uma sabedoria histórica para dar lugar a uma boa experiência para beber, mas sobretudo para partilhar.Assim como as outras regiões italianas, também a Umbria tem o seu glorioso passado vinícola, e entre os testemunhos romanos, Virgílio e Plínio falam das “uvas Apianae”, particularmente queridas pelos etruscos. Mas sinais mais concretos sobre o cultivo e a produção de vinho são fornecidos pela rica cerâmica usada para servir e armazenar o vinho, encontrada nas tumbas etruscas. Videiras históricas, como a Greco di Todi (hoje Grechetto), remontam à época da unificação italiana, enquanto na Idade Média foram sobretudo as ordens monásticas cistercienses e beneditinas que deram maior ímpeto à florescente viticultura da região.<br>Umbria é a única região da Itália peninsular que não é banhada pelo mar. O território é essencialmente acidentado, com predisposição especial para o cultivo da vinha e da azeitona. A paisagem montanhosa é de facto uma constante em toda a região, numa contínua subida e descida de colinas e encostas, as cores verde-acinzentadas das oliveiras e das vinhas intercaladas por locais ricos em arte, história e tradição.


Tinto
A versão tinta do Claude Val segue o estilo que consagrou esta como uma das mais bem sucedidas marcas de vinho francês no Brasil. Coloração rubi de média concentração, halo violáceo. Focado nas frutas negras (amora, ameixa), alcaçuz e leve especiado picante. Redondo, fruta amável e abundante, final fresco e limpo.


Branco
Belo exemplar dessa clássica variedade argentina, produzido pela grife Luigi Bosca. Exótico e perfumado, lembrando rosas, uva moscatel, capim limão e lichia. Mediano de corpo, vibrante, expressivo, com final cítrico.


Rosé
É aquele vinho rosé para ter sempre em casa. Exibe uma linda cor rosa claro e brilhante. Muito fresco no nariz, com notas de morangos, cerejas, toques florais. Na boca é leve, vibrante, com acidez equilibrada pela fruta intensa e bem delineada.


Espumante
A Casa Perini está localizada no Vale Trentino, entre colinas e videiras que compõem o cenário deste terroir. Desde a época do pai de Benildo Perini já existia o bom hábito de receber os visitantes da melhor maneira possível, os acolhendo com vinhos e alimentos de produção própria. Mais de 100 anos após a chegada dos imigrantes italianos, a família Perini mantém viva esta tradição, proporcionando aos interessados visitas às instalações para que os apreciadores de vinhos possam conhecer um pouco mais do processo de elaboração do produto e da estrutura da vinícola.