

Sobremesa/Fortificado
O Taylor’s Tawny 40 Anos é um lote de vinhos excepcionalmente raros e antigos, produzido em quantidades limitadas. Os Vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza. O envelhecimento em madeira durante os 40 anos concentraram este vinho até transformá-lo quase numa essência, desenvolvendo intensos e complexos aromas especiados e de frutos secos, para além de um paladar denso e concentrado, cheio de sabores ricos e aveludados.


Sobremesa/Fortificado
A Taylor’s é uma das poucas casas existentes a produzir um vinho do Porto Tawny 30 Anos. Vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza.


Sobremesa/Fortificado
Embora mais conhecida pelos seus lendários vinhos do Porto Vintage, a Taylor's é também um dos produtores mais respeitados de tawnies. O Taylor’s Tawny 20 Anos é um magnífico e delicadamente constituído lote de tawnies velhos, produzido em quantidades limitadas. Os vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza. No Tawny 20 Anos, a fruta acaba por aveludar mais do que no 10 Anos e os aromas especiados e de frutos secos, dados pelo envelhecimento, são mais poderosos e intensos.


Branco
Vinho clássico obtido unicamente das nossas uvas, em modo de produção biológica. A diversidade da Herdade do Esporão, em conjunto com as diferentes características das castas, dos solos, da maturidade das vinhas e das pessoas que fazem este vinho de forma consistente ao longo dos anos resultam num vinho rico, intenso, mas sempre harmonioso. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado pelo método Champenoise e maturado em caves subterrâneas, possui perlage fino e duradouro.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, através do método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração dourada e fascinante perlage. Revela um bouquet sofisticado e intenso de frutas maduras como abacaxi e pera.


Rosé
A excelente frescura aromática da Touriga Nacional, em perfeita harmonia com a elegante textura da Tinta Roriz, plantadas em solos de xisto a 400 metros de altitude, originam um vinho equilibrado e fresco onde podemos encontrar expressivos aromas de framboesa e flores de violeta. Tudo em sintonia com vibrantes sensações de mineralidade. Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Branco
O genial Jean-Claude Mas é a grande estrela do Languedoc, e entre suas maiores criações está a linha Arrogant Frog. Coloração limão claro, tons verdeais. O aroma exibe forte acento cítrico e herbáceo, leve toque mineral típico do varietal. Muito frutado na boca, leve, acidez bem balanceada, boa persistência.


Durante séculos a nossa família colhe os frutos do território da Úmbria e, com sabedoria e paixão, os transforma em bom vinho. Uma história feita de tradição, que vem de uma terra capaz de expressar o seu carácter simples desde o primeiro gole. Prazeres para compartilhar vinhas carinhosamente cuidadas e de uma adega tradicional, mas equipada com as mais modernas tecnologias, nasce o vinho Terre De La Custodia. A generosidade da terra encontra uma sabedoria histórica para dar lugar a uma boa experiência para beber, mas sobretudo para partilhar.Assim como as outras regiões italianas, também a Umbria tem o seu glorioso passado vinícola, e entre os testemunhos romanos, Virgílio e Plínio falam das “uvas Apianae”, particularmente queridas pelos etruscos. Mas sinais mais concretos sobre o cultivo e a produção de vinho são fornecidos pela rica cerâmica usada para servir e armazenar o vinho, encontrada nas tumbas etruscas. Videiras históricas, como a Greco di Todi (hoje Grechetto), remontam à época da unificação italiana, enquanto na Idade Média foram sobretudo as ordens monásticas cistercienses e beneditinas que deram maior ímpeto à florescente viticultura da região.<br>Umbria é a única região da Itália peninsular que não é banhada pelo mar. O território é essencialmente acidentado, com predisposição especial para o cultivo da vinha e da azeitona. A paisagem montanhosa é de facto uma constante em toda a região, numa contínua subida e descida de colinas e encostas, as cores verde-acinzentadas das oliveiras e das vinhas intercaladas por locais ricos em arte, história e tradição.


Rosé
É aquele vinho rosé para ter sempre em casa. Exibe uma linda cor rosa claro e brilhante. Muito fresco no nariz, com notas de morangos, cerejas, toques florais. Na boca é leve, vibrante, com acidez equilibrada pela fruta intensa e bem delineada.


Rosé
Um rosé refrescante para todo momentos. Casa Vinicola Sartori é uma tradicional vinícola familiar italiana que está sob os cuidados da quarta geração dos Sartori. Fundada em 1898, em Verona, por Pietro Sartori, detém vinhedos em zonas privilegiadas de Valpolicella, em solos calcários e argilosos. Ao longo de mais de um século, Casa Vinicola Sartori mantém a gestão e filosofia familiar na elaboração de seus vinhos, com profundo respeito à tradição. Por outro lado, acompanha as inovações nas técnicas de cultivo e vinificação para garantir a máxima qualidade de seu selecionado portfólio, que reúne os mais emblemáticos vinhos do nordeste da Itália.


Rosé
O protagonista perfeito por um dia na praia, na piscina ou por um aperitivo. Desde Abril 1958, a “Cantina Sociale Veronese del Garda” continuou sua ascensão gradualmente, sempre crescendo. Com apenas 11 membros na sua criação, são agora 200 pessoas trabalhando e contribuindo nas colheitas. A vinícola da Cantina chegou a 1000 hectares.<br>O território inteiro contando com as municipalidades de Castelnuovo de Garda, Sona, San Giorgio in Salici, Palazzola, Peschiara, Sommacampagna, Colà, Lazise e Bardolino, providencia aproximadamente 13,000,000 de kilos de uvas.<br>A vinícola trabalha com princípios de substantabilidade, respeitando o trabalho feito no passado selecionando e controlando a qualidade das colheitas.<br>Espaços verdes foram colocados entre as vinhas para criar uma biodiversidade tanto de plantos tanto de animais. Um método alternativo como “grass growing – grama crescente” colocado entre as videiras permite que insetos utis protegem o lugar de parasitas que podem aparecer.


Rosé
Um rosé seco, descontraido e para beber em todas ocasôes. Il Viaggio Rosé vem da região d´Abruzzo que produz vinho desde o século VI antes de Cristo, com herança dos etruscos.<br>A região vinícola de Abruzzo está situada no centro da Itália, a cerca de duas horas de carro a leste de Roma. Ela se estende por 130 quilômetros ao longo da costa do mar Adriático e tem muitas montanhas escarpadas, incluindo Gran Sasso, que é um dos picos mais altos da Itália, com 2.912 metros. Alguns dos melhores vinhedos estão em encostas com vista para o oceano, ao longe. Tem um clima mediterrânico com sol abundante ao longo da costa e uma precipitação média de 660 milímetros de chuvas por ano. No interior, nas montanhas dos Apeninos, o clima é mais continental com neve no inverno.<br>A uva branca mais original chama-se Pecorino – semelhante ao queijo – e tem o nome da ovelha que costumava comer esta uva nas vinhas. Tem um aroma floral, com notas de limão, pêssego branco, especiarias, acidez crocante e um toque de mineralidade salgada. Outras uvas brancas regionais incluem a Trebianno e Cococciola.A principal uva vermelha é a Montepulciano de Abruzzo, que representa quase 80% de sua produção. No entanto, os produtores também cultivam Merlot, Cabernet Sauvignon e outras variedades vermelhas.


Tinto
Il Viaggio Rosso vem da região d´Abruzzo que produz vinho desde o século VI antes de Cristo, com herança dos etruscos.<br>A região vinícola de Abruzzo está situada no centro da Itália, a cerca de duas horas de carro a leste de Roma. Ela se estende por 130 quilômetros ao longo da costa do mar Adriático e tem muitas montanhas escarpadas, incluindo Gran Sasso, que é um dos picos mais altos da Itália, com 2.912 metros. Alguns dos melhores vinhedos estão em encostas com vista para o oceano, ao longe. Tem um clima mediterrânico com sol abundante ao longo da costa e uma precipitação média de 660 milímetros de chuvas por ano. No interior, nas montanhas dos Apeninos, o clima é mais continental com neve no inverno.<br>A principal uva vermelha é a Montepulciano de Abruzzo, que representa quase 80% de sua produção. No entanto, os produtores também cultivam Merlot, Cabernet Sauvignon e outras variedades vermelhas.


Tinto
Conta-se que um homem dono de um vinhedo incrível estava obcecado com que nunca lhe roubassem suas uvas, já que era um vinhedo único e cada cacho era importante. Ele para afastar as pessoas começou a colocar crânios de animais com chifre feitos de pedra em todo seu vinhedo e foi comentado que seu vinhedo tinha uma maldição que afetava a todos que roubavam suas uvas. Foi tanta sua obsessão que sua própria história o fez perder a cabeça e as pessoas vendo isso não os fez mais acreditar na lenda. Miguel Torres foi a primeira empresa vinícola estrangeira estabelecida no Chile. A família Torres escolheu este país como o destino apropriado para a prática da vinicultura, devido às suas excelentes condições para o desenvolvimento desta indústria. A linha Cordillera apresenta a melhor expressão da Cabernet Sauvignon do Valle de Maipo, uma região do Chile reconhecida pela qualidade de seus vinhos tintos.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Em 2005, decidida a elaborar o espumante ícone do Brasil a Casa Valduga homenageou os 130 anos da chegada da família italiana no Brasil, e elaborou o incomparável Brut 130.
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