

Sobremesa/Fortificado
O Taylor’s Tawny 40 Anos é um lote de vinhos excepcionalmente raros e antigos, produzido em quantidades limitadas. Os Vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza. O envelhecimento em madeira durante os 40 anos concentraram este vinho até transformá-lo quase numa essência, desenvolvendo intensos e complexos aromas especiados e de frutos secos, para além de um paladar denso e concentrado, cheio de sabores ricos e aveludados.


Sobremesa/Fortificado
A Taylor’s é uma das poucas casas existentes a produzir um vinho do Porto Tawny 30 Anos. Vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza.




Tinto
O Private selection tinto foi lançado pela primeira vez em 1987, com o nome “Garrafeira”. Inicialmente, produzido a partir das melhores barricas de Esporão Reserva, hoje resulta da combinação de parcelas únicas dos territórios onde estamos presentes, no Alentejo. Um vinho que demonstra a diversidade e riqueza do Esporão. Em anos excecionais esta combinação dá origem ao Torre do Esporão. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura , grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Sobremesa/Fortificado
Embora mais conhecida pelos seus lendários vinhos do Porto Vintage, a Taylor's é também um dos produtores mais respeitados de tawnies. O Taylor’s Tawny 20 Anos é um magnífico e delicadamente constituído lote de tawnies velhos, produzido em quantidades limitadas. Os vinhos do Porto tintos seleccionados, produzidos nas zonas este do Vale do Douro, incluindo quintas próprias da Taylor’s, são envelhecidos em cascos de carvalho nas caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia. Ali, o clima fresco e húmido permite um suave processo de envelhecimento, produzindo aromas de grande complexidade e delicadeza. No Tawny 20 Anos, a fruta acaba por aveludar mais do que no 10 Anos e os aromas especiados e de frutos secos, dados pelo envelhecimento, são mais poderosos e intensos.


Tinto
O Quinta dos Murças Margem provém de vinhas junto à margem do rio Douro, onde estão algumas das parcelas mais velhas da quinta. A sua baixa altitude e sua exposição solar maioritariamente a Sul originam uvas que atingem maior concentração e maturação. A Quinta dos Murças situada na margem direita do rio Douro, caracteriza-se pela diversidade dos seus 8 terroirs, marcados por diferentes altitudes, exposições solares, solos xistosos, vinhas verticais e pela extensão de 3,2km de margem de rio. É uma Quinta histórica onde, em 1947, foi plantada a primeira vinha vertical do Douro.


Vinho Esporão Touriga Nacional Tinto 750ml


Tinto
Murças Reserva, nasce nas duas vinhas mais velhas da Quinta, situadas respetivamente a 100 e 380m, e seguindo uma agricultura sustentável. Mostra o potencial das vinhas velhas do Douro para produzir vinhos de grande elegância e capacidade de envelhecimento. A Quinta dos Murças situada na margem direita do rio Douro, caracteriza-se pela diversidade dos seus 8 terroirs, marcados por diferentes altitudes, exposições solares, solos xistosos, vinhas verticais e pela extensão de 3,2km de margem de rio. É uma Quinta histórica onde, em 1947, foi plantada a primeira vinha vertical do Douro.


Sobremesa/Fortificado
A Taylor’s foi pioneira na elaboração de um vinho do porto branco seco para aperitivo. O primeiro lote de Chip Dry fez-se em 1934 e, desde então, tem tido devotos seguidores por todo o mundo. O Chip Dry é feito a partir de uma seleção de vinhos do porto brancos secos, produzidos a partir de uvas cultivadas no Douro Superior (zona Este do Vale do Douro). Embora se utilizem diferentes variedades de uvas brancas, a casta Malvasia Fina é a que predomina. É produzido utilizando o método tradicional de vinificação para os vinhos do porto, adicionando-se aguardente vínica ao mosto para parar a fermentação e preservar no vinho final algum açúcar natural da uva. No caso do Chip Dry, a aguardente adiciona-se mais tarde, quando a maioria do açúcar já se converteu em álcool, produzindo, assim, um porto de uma secura pouco comum. Os vinhos individuais estagiam separadamente em tonéis de madeira de carvalho entre quatro e cinco anos, e são depois lotados, pouco antes de serem engarrafados, para dar equilíbrio e carácter.


Branco
Vinho clássico obtido unicamente das nossas uvas, em modo de produção biológica. A diversidade da Herdade do Esporão, em conjunto com as diferentes características das castas, dos solos, da maturidade das vinhas e das pessoas que fazem este vinho de forma consistente ao longo dos anos resultam num vinho rico, intenso, mas sempre harmonioso. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado pelo método Champenoise e maturado em caves subterrâneas, possui perlage fino e duradouro.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. A ARTE deste espumante está na composição harmônica de 60% da variedade Chardonnay e 40% de Pinot Noir. Apresenta perlage fina e persistente, incomparável aroma de frutas frescas e tropicais com delicado toque de pão tostado, unidos a uma leve suavidade gustativa.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, através do método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração dourada e fascinante perlage. Revela um bouquet sofisticado e intenso de frutas maduras como abacaxi e pera.


Branco
Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Rosé
A excelente frescura aromática da Touriga Nacional, em perfeita harmonia com a elegante textura da Tinta Roriz, plantadas em solos de xisto a 400 metros de altitude, originam um vinho equilibrado e fresco onde podemos encontrar expressivos aromas de framboesa e flores de violeta. Tudo em sintonia com vibrantes sensações de mineralidade. Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.
