

Tinto
O Private selection tinto foi lançado pela primeira vez em 1987, com o nome “Garrafeira”. Inicialmente, produzido a partir das melhores barricas de Esporão Reserva, hoje resulta da combinação de parcelas únicas dos territórios onde estamos presentes, no Alentejo. Um vinho que demonstra a diversidade e riqueza do Esporão. Em anos excecionais esta combinação dá origem ao Torre do Esporão. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura , grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Rosé
O protagonista perfeito por um dia na praia, na piscina ou por um aperitivo. Desde Abril 1958, a “Cantina Sociale Veronese del Garda” continuou sua ascensão gradualmente, sempre crescendo. Com apenas 11 membros na sua criação, são agora 200 pessoas trabalhando e contribuindo nas colheitas. A vinícola da Cantina chegou a 1000 hectares.<br>O território inteiro contando com as municipalidades de Castelnuovo de Garda, Sona, San Giorgio in Salici, Palazzola, Peschiara, Sommacampagna, Colà, Lazise e Bardolino, providencia aproximadamente 13,000,000 de kilos de uvas.<br>A vinícola trabalha com princípios de substantabilidade, respeitando o trabalho feito no passado selecionando e controlando a qualidade das colheitas.<br>Espaços verdes foram colocados entre as vinhas para criar uma biodiversidade tanto de plantos tanto de animais. Um método alternativo como “grass growing – grama crescente” colocado entre as videiras permite que insetos utis protegem o lugar de parasitas que podem aparecer.


Rosé
Um rosé seco, descontraido e para beber em todas ocasôes. Il Viaggio Rosé vem da região d´Abruzzo que produz vinho desde o século VI antes de Cristo, com herança dos etruscos.<br>A região vinícola de Abruzzo está situada no centro da Itália, a cerca de duas horas de carro a leste de Roma. Ela se estende por 130 quilômetros ao longo da costa do mar Adriático e tem muitas montanhas escarpadas, incluindo Gran Sasso, que é um dos picos mais altos da Itália, com 2.912 metros. Alguns dos melhores vinhedos estão em encostas com vista para o oceano, ao longe. Tem um clima mediterrânico com sol abundante ao longo da costa e uma precipitação média de 660 milímetros de chuvas por ano. No interior, nas montanhas dos Apeninos, o clima é mais continental com neve no inverno.<br>A uva branca mais original chama-se Pecorino – semelhante ao queijo – e tem o nome da ovelha que costumava comer esta uva nas vinhas. Tem um aroma floral, com notas de limão, pêssego branco, especiarias, acidez crocante e um toque de mineralidade salgada. Outras uvas brancas regionais incluem a Trebianno e Cococciola.A principal uva vermelha é a Montepulciano de Abruzzo, que representa quase 80% de sua produção. No entanto, os produtores também cultivam Merlot, Cabernet Sauvignon e outras variedades vermelhas.


Tinto
A vinícola Col di Sole do grupo Lionello Marchesi nos traz um elegante Rosso di Montalcino, onde o clima e o solo têm características propícias para o cultivo da Sangiovese Grosso, casta autóctone da Toscana.<br><br>A denominação de origem Rosso di Montalcino foi criada em 1983 e traz algumas características em comum com a Brunello di Montalcino DOCG, como o uso exclusivo da Sangiovese e de garrafas bordalesas. No entanto, traz normas menos estritas do ponto de vista de rendimento máximo tanto por hectare como quantidade de vinho por quilo de uva (90 quintais por hectare e 70%, contra 80 quintais e 68% no caso da Brunello di Montalcino DOCG). Atualmente são cerca de 510 hectares de vinhedos.<br>Outra distinção importante diz respeito ao envelhecimento mínimo dos vinhos.<br>No caso do Rosso di Montalcino, o tempo mínimo é de 12 meses, que pode ser em garrafa, sem necessidade de passagem por madeira. O nível mínimo de álcool é 12% e os vinhos mostram uma variedade maior de estilos, até pela liberdade dada em relação ao envelhecimento. São, em linhas gerais, mais frescos e prontos para beber que os Brunellos.


Tinto
O genial Jean-Claude Mas é a grande estrela do Languedoc, e entre suas maiores criações está a linha Arrogant Frog. Nariz elegante e complexo, com notas de fruta preta, cassis, alcaçuz, baunilha. Bom corpo, balanceado, com taninos macios e bem integrados, final longo e equilibrado.


Tinto
A versão tinta do Claude Val segue o estilo que consagrou esta como uma das mais bem sucedidas marcas de vinho francês no Brasil. Coloração rubi de média concentração, halo violáceo. Focado nas frutas negras (amora, ameixa), alcaçuz e leve especiado picante. Redondo, fruta amável e abundante, final fresco e limpo.


Branco
Este vinho nasce em 2001 com o intuito de desafiar o perfil clássico dos grandes vinhos do Alentejo. Para tal a inusitada casta Semillon é fermentada e maturada em barricas novas de carvalho francês, com o intuito de otimizar o seu potencial. A maturidade da vinha aliada à seleção cuidadosa dos fornecedores de barricas tem vindo a reforçar o registo sólido, rico e complexo deste vinho. Este ano, desafiámos o fotógrafo e arquiteto Duarte Belo a ilustrar o rótulo. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Branco
O genial Jean-Claude Mas é a grande estrela do Languedoc, e entre suas maiores criações está a linha Arrogant Frog. Coloração limão claro, tons verdeais. O aroma exibe forte acento cítrico e herbáceo, leve toque mineral típico do varietal. Muito frutado na boca, leve, acidez bem balanceada, boa persistência.


Tinto
m verdadeiro fenômeno de exportação, este vinho mostra ao mundo que o luxo não precisa ser caro. Muito elegante no olfato com cerejas negras maduras, especiarias e ervas. Cheio de energia juvenil, com taninos maduros e positivo frescor que lhe garantirá promissora evolução em garrafa. Delicado e longo final.


Branco
Belo exemplar dessa clássica variedade argentina, produzido pela grife Luigi Bosca. Exótico e perfumado, lembrando rosas, uva moscatel, capim limão e lichia. Mediano de corpo, vibrante, expressivo, com final cítrico.


Tinto
Il Viaggio Rosso vem da região d´Abruzzo que produz vinho desde o século VI antes de Cristo, com herança dos etruscos.<br>A região vinícola de Abruzzo está situada no centro da Itália, a cerca de duas horas de carro a leste de Roma. Ela se estende por 130 quilômetros ao longo da costa do mar Adriático e tem muitas montanhas escarpadas, incluindo Gran Sasso, que é um dos picos mais altos da Itália, com 2.912 metros. Alguns dos melhores vinhedos estão em encostas com vista para o oceano, ao longe. Tem um clima mediterrânico com sol abundante ao longo da costa e uma precipitação média de 660 milímetros de chuvas por ano. No interior, nas montanhas dos Apeninos, o clima é mais continental com neve no inverno.<br>A principal uva vermelha é a Montepulciano de Abruzzo, que representa quase 80% de sua produção. No entanto, os produtores também cultivam Merlot, Cabernet Sauvignon e outras variedades vermelhas.


Branco
Vinho clássico obtido unicamente das nossas uvas, em modo de produção biológica. A diversidade da Herdade do Esporão, em conjunto com as diferentes características das castas, dos solos, da maturidade das vinhas e das pessoas que fazem este vinho de forma consistente ao longo dos anos resultam num vinho rico, intenso, mas sempre harmonioso. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Espumante
A Casa Perini está localizada no Vale Trentino, entre colinas e videiras que compõem o cenário deste terroir. Desde a época do pai de Benildo Perini já existia o bom hábito de receber os visitantes da melhor maneira possível, os acolhendo com vinhos e alimentos de produção própria. Mais de 100 anos após a chegada dos imigrantes italianos, a família Perini mantém viva esta tradição, proporcionando aos interessados visitas às instalações para que os apreciadores de vinhos possam conhecer um pouco mais do processo de elaboração do produto e da estrutura da vinícola.


Rosé
É aquele vinho rosé para ter sempre em casa. Exibe uma linda cor rosa claro e brilhante. Muito fresco no nariz, com notas de morangos, cerejas, toques florais. Na boca é leve, vibrante, com acidez equilibrada pela fruta intensa e bem delineada.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, através do método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração dourada e fascinante perlage. Revela um bouquet sofisticado e intenso de frutas maduras como abacaxi e pera.


Durante séculos a nossa família colhe os frutos do território da Úmbria e, com sabedoria e paixão, os transforma em bom vinho. Uma história feita de tradição, que vem de uma terra capaz de expressar o seu carácter simples desde o primeiro gole. Prazeres para compartilhar vinhas carinhosamente cuidadas e de uma adega tradicional, mas equipada com as mais modernas tecnologias, nasce o vinho Terre De La Custodia. A generosidade da terra encontra uma sabedoria histórica para dar lugar a uma boa experiência para beber, mas sobretudo para partilhar.Assim como as outras regiões italianas, também a Umbria tem o seu glorioso passado vinícola, e entre os testemunhos romanos, Virgílio e Plínio falam das “uvas Apianae”, particularmente queridas pelos etruscos. Mas sinais mais concretos sobre o cultivo e a produção de vinho são fornecidos pela rica cerâmica usada para servir e armazenar o vinho, encontrada nas tumbas etruscas. Videiras históricas, como a Greco di Todi (hoje Grechetto), remontam à época da unificação italiana, enquanto na Idade Média foram sobretudo as ordens monásticas cistercienses e beneditinas que deram maior ímpeto à florescente viticultura da região.<br>Umbria é a única região da Itália peninsular que não é banhada pelo mar. O território é essencialmente acidentado, com predisposição especial para o cultivo da vinha e da azeitona. A paisagem montanhosa é de facto uma constante em toda a região, numa contínua subida e descida de colinas e encostas, as cores verde-acinzentadas das oliveiras e das vinhas intercaladas por locais ricos em arte, história e tradição.