

Rosé
Saindo na estação de comboios da Covelinha, na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, ficamos de frente para a actual adega da Quinta dos Murças – antigamente apenas um sólido armazém – ostentando o seu nome, de acordo com a velha tradição das quintas durienses. A Quinta dos Murças é hoje uma propriedade agrícola de 155ha, situada ao longo de 3,2km na margem direita do rio. Impondo-se pela impressionante verticalidade das suas vertentes, acolhe dezenas das castas autóctones da região, e beneficia de uma riqueza paisagística única, onde se sobrepõem encostas íngremes, socalcos, ribeiros, vinhas e olivais. A data da sua fundação não conseguimos precisar. A primeira referência escrita à Quinta dos Murças data de 1770, no livro de registo das qualificações dos vinhos de embarque da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio. Fruto das castas mais tradicionais da região, os nossos Assobios tinto, branco e rosé, frescos e versáteis, são vinhos com grande aptidão


Rosé
A excelente frescura aromática da Touriga Nacional, em perfeita harmonia com a elegante textura da Tinta Roriz, plantadas em solos de xisto a 400 metros de altitude, originam um vinho equilibrado e fresco onde podemos encontrar expressivos aromas de framboesa e flores de violeta. Tudo em sintonia com vibrantes sensações de mineralidade. Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Rosé
O mais recente membro da família Monte Velho, vem acrescentar frescura, intensidade e equilíbrio. Tal como o tinto e o branco, retrata os melhores aromas e sabores das uvas alentejanas. É um vinho versátil para acompanhar momentos de partilha. A primeira colheita do Monte Velho data de 1991 e chegou pela primeira vez ao mercado em 1992, na época com um custo de prateleira de 200 escudos. Inspirado no primogénito Esporão Reserva, o Monte Velho revolucionou o consumo de vinho diário, levando à mesa um vinho de qualidade a um preço acessível. Passados 30 anos, o percurso desta marca fica marcado por uma evolução significativa. Em 2020 foram vendidas, em mais de 50 países, 7 milhões e 400 mil garrafas de Monte Velho e, desde 2013, que este regional alentejano é produzido totalmente em modo de produção integrada. A história do Monte Velho está intimamente ligada ao território que lhe dá origem, sendo por isso um vinho marcadamente alentejano pela sua diversidade de castas e perfil. Os vinhos são da responsabilidade da equipa liderada pela Sandra Alves, resultando da conjugação da natureza e da tradição vitivinícola, aliadas à experiência e inovação que caracterizam o Esporão.


Rosé
A linha Ándica, da vinícola Miguel Torres, é uma homenagem à biodiversidade e respeito aos ecossistemas do Chile, que resulta em vinhos de excelente tipicidade, orgânicos e certificados. Miguel Torres foi a primeira empresa vinícola estrangeira estabelecida no Chile. A família Torres escolheu este país como o destino apropriado para a prática da vinicultura, devido às suas excelentes condições para o desenvolvimento desta indústria.A linha Cordillera apresenta a melhor expressão da Cabernet Sauvignon do Valle de Maipo, uma região do Chile reconhecida pela qualidade do seus vinhos.


Rosé
Com mais de 125 anos de história, a Bodega Norton possui cinco vinhedos distribuídos pelos principais terroirs da província de Mendoza, no sopé da Cordilheira dos Andes, e todos dentro de uma área privilegiada conhecida como Primeira Zona, pela qualidade de suas uvas. Não é apenas a localização geográfica que influencia a qualidade dos vinhos, mas também a idade das vinhas. A idade média é de aproximadamente 30 anos, mas também possuem um grande número de hectares cultivados com vinhas com 80 anos.


Espumante
Os espumantes franceses são conhecidos mundialmente por diversos motivos. A rica combinação de uvas unida às técnicas de produção bem desenvolvidas e exploradas pelos produtores dão origem às bebidas mais procuradas e apreciadas pelas pessoas.Trazendo toda a mineralidade da Borgonha e a leveza da França, o produtor Jean Dorsene nós apresenta um espumante descontraido e facil de beber.


Branco
Para produzir esta gama de vinhos jovens e frutados selecionamos as melhores castas de Portugal, que loteamos e engarrafamos na Herdade do Esporão. A diversidade da sua origem determina a frescura, o equilíbrio e a versatilidade que caracterizam esta gama. São vinhos que sugerem refeições ligeiras e momentos de convívio. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura, grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Branco
Respeitando a tradição vitivinícola da mais antiga região demarcada do mundo, são vinhos produzidos com base nas suas variedades autóctones. Versáteis e gastronómicos, expressam o lado mais fresco do Douro. Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio. Fruto das castas mais tradicionais da região, os nossos Assobios tinto, branco e rosê, frescos e versáteis, são vinhos com grande aptidão gastronómica.


Branco
Este vinho nasce em 2001 com o intuito de desafiar o perfil clássico dos grandes vinhos do Alentejo. Para tal a inusitada casta Semillon é fermentada e maturada em barricas novas de carvalho francês, com o intuito de otimizar o seu potencial. A maturidade da vinha aliada à seleção cuidadosa dos fornecedores de barricas tem vindo a reforçar o registo sólido, rico e complexo deste vinho. Este ano, desafiámos o fotógrafo e arquiteto Duarte Belo a ilustrar o rótulo. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Branco
Vinho clássico obtido unicamente das nossas uvas, em modo de produção biológica. A diversidade da Herdade do Esporão, em conjunto com as diferentes características das castas, dos solos, da maturidade das vinhas e das pessoas que fazem este vinho de forma consistente ao longo dos anos resultam num vinho rico, intenso, mas sempre harmonioso. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Branco
Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Branco
Com um estilo contemporâneo e perfil elegante e intenso, estes vinhos mostram o carácter de talhões selecionados e bem definidos na Herdade. No século XIII, D. João de Aboim, descendente de Egas Moniz e figura central no tempo do rei D. Afonso III, formou, a partir de vários territórios doados pelos concelhos de Monsaraz e de Portel, a Defesa do Esporão – uma das mais antigas propriedades no Sul de Portugal. As Defesas eram grandes propriedades coutadas, defendidas das pastagens de gado vindo de outras paragens, e estão diretamente ligadas à formação de Portugal, no período da reconquista cristã do Sul. Exemplos de sistemas agrosilvopastoris, as Defesas caracterizavam-se por uma diversidade de utilização. Derivando do bosque mediterrânico, as Defesas conquistaram, nesses tempos fundadores, terrenos aos bosques para pastagens. A Defesa do Esporão foi um dos grandes exemplos deste tipo de propriedades ligadas à formação de Portugal. A sua delimitação por carta de finais do século XIII, guardada na Torre do Tombo, permanece até hoje inalterada com séculos de práticas agrosilvopastoris, baseadas na conservação da biodiversidade e numa multifuncionalidade que o Esporão continua hoje a eleger como boa prática na proteção do nosso ecossistema.


Branco
Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Rosé
Um rosé refrescante para todo momentos. Casa Vinicola Sartori é uma tradicional vinícola familiar italiana que está sob os cuidados da quarta geração dos Sartori. Fundada em 1898, em Verona, por Pietro Sartori, detém vinhedos em zonas privilegiadas de Valpolicella, em solos calcários e argilosos. Ao longo de mais de um século, Casa Vinicola Sartori mantém a gestão e filosofia familiar na elaboração de seus vinhos, com profundo respeito à tradição. Por outro lado, acompanha as inovações nas técnicas de cultivo e vinificação para garantir a máxima qualidade de seu selecionado portfólio, que reúne os mais emblemáticos vinhos do nordeste da Itália.


Rosé
O protagonista perfeito por um dia na praia, na piscina ou por um aperitivo. Desde Abril 1958, a “Cantina Sociale Veronese del Garda” continuou sua ascensão gradualmente, sempre crescendo. Com apenas 11 membros na sua criação, são agora 200 pessoas trabalhando e contribuindo nas colheitas. A vinícola da Cantina chegou a 1000 hectares.<br>O território inteiro contando com as municipalidades de Castelnuovo de Garda, Sona, San Giorgio in Salici, Palazzola, Peschiara, Sommacampagna, Colà, Lazise e Bardolino, providencia aproximadamente 13,000,000 de kilos de uvas.<br>A vinícola trabalha com princípios de substantabilidade, respeitando o trabalho feito no passado selecionando e controlando a qualidade das colheitas.<br>Espaços verdes foram colocados entre as vinhas para criar uma biodiversidade tanto de plantos tanto de animais. Um método alternativo como “grass growing – grama crescente” colocado entre as videiras permite que insetos utis protegem o lugar de parasitas que podem aparecer.


Rosé
Um rosé seco, descontraido e para beber em todas ocasôes. Il Viaggio Rosé vem da região d´Abruzzo que produz vinho desde o século VI antes de Cristo, com herança dos etruscos.<br>A região vinícola de Abruzzo está situada no centro da Itália, a cerca de duas horas de carro a leste de Roma. Ela se estende por 130 quilômetros ao longo da costa do mar Adriático e tem muitas montanhas escarpadas, incluindo Gran Sasso, que é um dos picos mais altos da Itália, com 2.912 metros. Alguns dos melhores vinhedos estão em encostas com vista para o oceano, ao longe. Tem um clima mediterrânico com sol abundante ao longo da costa e uma precipitação média de 660 milímetros de chuvas por ano. No interior, nas montanhas dos Apeninos, o clima é mais continental com neve no inverno.<br>A uva branca mais original chama-se Pecorino – semelhante ao queijo – e tem o nome da ovelha que costumava comer esta uva nas vinhas. Tem um aroma floral, com notas de limão, pêssego branco, especiarias, acidez crocante e um toque de mineralidade salgada. Outras uvas brancas regionais incluem a Trebianno e Cococciola.A principal uva vermelha é a Montepulciano de Abruzzo, que representa quase 80% de sua produção. No entanto, os produtores também cultivam Merlot, Cabernet Sauvignon e outras variedades vermelhas.


Durante séculos a nossa família colhe os frutos do território da Úmbria e, com sabedoria e paixão, os transforma em bom vinho. Uma história feita de tradição, que vem de uma terra capaz de expressar o seu carácter simples desde o primeiro gole. Prazeres para compartilhar vinhas carinhosamente cuidadas e de uma adega tradicional, mas equipada com as mais modernas tecnologias, nasce o vinho Terre De La Custodia. A generosidade da terra encontra uma sabedoria histórica para dar lugar a uma boa experiência para beber, mas sobretudo para partilhar.Assim como as outras regiões italianas, também a Umbria tem o seu glorioso passado vinícola, e entre os testemunhos romanos, Virgílio e Plínio falam das “uvas Apianae”, particularmente queridas pelos etruscos. Mas sinais mais concretos sobre o cultivo e a produção de vinho são fornecidos pela rica cerâmica usada para servir e armazenar o vinho, encontrada nas tumbas etruscas. Videiras históricas, como a Greco di Todi (hoje Grechetto), remontam à época da unificação italiana, enquanto na Idade Média foram sobretudo as ordens monásticas cistercienses e beneditinas que deram maior ímpeto à florescente viticultura da região.<br>Umbria é a única região da Itália peninsular que não é banhada pelo mar. O território é essencialmente acidentado, com predisposição especial para o cultivo da vinha e da azeitona. A paisagem montanhosa é de facto uma constante em toda a região, numa contínua subida e descida de colinas e encostas, as cores verde-acinzentadas das oliveiras e das vinhas intercaladas por locais ricos em arte, história e tradição.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, através do método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração dourada e fascinante perlage. Revela um bouquet sofisticado e intenso de frutas maduras como abacaxi e pera.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. A ARTE deste espumante está na composição harmônica de 60% da variedade Chardonnay e 40% de Pinot Noir. Apresenta perlage fina e persistente, incomparável aroma de frutas frescas e tropicais com delicado toque de pão tostado, unidos a uma leve suavidade gustativa.
