

Branco
Para produzir esta gama de vinhos jovens e frutados selecionamos as melhores castas de Portugal, que loteamos e engarrafamos na Herdade do Esporão. A diversidade da sua origem determina a frescura, o equilíbrio e a versatilidade que caracterizam esta gama. São vinhos que sugerem refeições ligeiras e momentos de convívio. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura, grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Tinto
O Esporão Alandra Tinto foi elaborado com as castas Moreto, Castelão e Trincadeira e não tem passagem por madeira, o que resultou em um vinho jovem, leve e festivo, perfeito para o dia a dia. Situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura , grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.


Rosé
O protagonista perfeito por um dia na praia, na piscina ou por um aperitivo. Desde Abril 1958, a “Cantina Sociale Veronese del Garda” continuou sua ascensão gradualmente, sempre crescendo. Com apenas 11 membros na sua criação, são agora 200 pessoas trabalhando e contribuindo nas colheitas. A vinícola da Cantina chegou a 1000 hectares.<br>O território inteiro contando com as municipalidades de Castelnuovo de Garda, Sona, San Giorgio in Salici, Palazzola, Peschiara, Sommacampagna, Colà, Lazise e Bardolino, providencia aproximadamente 13,000,000 de kilos de uvas.<br>A vinícola trabalha com princípios de substantabilidade, respeitando o trabalho feito no passado selecionando e controlando a qualidade das colheitas.<br>Espaços verdes foram colocados entre as vinhas para criar uma biodiversidade tanto de plantos tanto de animais. Um método alternativo como “grass growing – grama crescente” colocado entre as videiras permite que insetos utis protegem o lugar de parasitas que podem aparecer.


Rosé
Um rosé refrescante para todo momentos. Casa Vinicola Sartori é uma tradicional vinícola familiar italiana que está sob os cuidados da quarta geração dos Sartori. Fundada em 1898, em Verona, por Pietro Sartori, detém vinhedos em zonas privilegiadas de Valpolicella, em solos calcários e argilosos. Ao longo de mais de um século, Casa Vinicola Sartori mantém a gestão e filosofia familiar na elaboração de seus vinhos, com profundo respeito à tradição. Por outro lado, acompanha as inovações nas técnicas de cultivo e vinificação para garantir a máxima qualidade de seu selecionado portfólio, que reúne os mais emblemáticos vinhos do nordeste da Itália.


Rosé
O mais recente membro da família Monte Velho, vem acrescentar frescura, intensidade e equilíbrio. Tal como o tinto e o branco, retrata os melhores aromas e sabores das uvas alentejanas. É um vinho versátil para acompanhar momentos de partilha. A primeira colheita do Monte Velho data de 1991 e chegou pela primeira vez ao mercado em 1992, na época com um custo de prateleira de 200 escudos. Inspirado no primogénito Esporão Reserva, o Monte Velho revolucionou o consumo de vinho diário, levando à mesa um vinho de qualidade a um preço acessível. Passados 30 anos, o percurso desta marca fica marcado por uma evolução significativa. Em 2020 foram vendidas, em mais de 50 países, 7 milhões e 400 mil garrafas de Monte Velho e, desde 2013, que este regional alentejano é produzido totalmente em modo de produção integrada. A história do Monte Velho está intimamente ligada ao território que lhe dá origem, sendo por isso um vinho marcadamente alentejano pela sua diversidade de castas e perfil. Os vinhos são da responsabilidade da equipa liderada pela Sandra Alves, resultando da conjugação da natureza e da tradição vitivinícola, aliadas à experiência e inovação que caracterizam o Esporão.


Tinto
A versão tinta do Claude Val segue o estilo que consagrou esta como uma das mais bem sucedidas marcas de vinho francês no Brasil. Coloração rubi de média concentração, halo violáceo. Focado nas frutas negras (amora, ameixa), alcaçuz e leve especiado picante. Redondo, fruta amável e abundante, final fresco e limpo.


Branco
Belo exemplar dessa clássica variedade argentina, produzido pela grife Luigi Bosca. Exótico e perfumado, lembrando rosas, uva moscatel, capim limão e lichia. Mediano de corpo, vibrante, expressivo, com final cítrico.


Branco
Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.


Tinto
As cruzes de pedra, situadas na periferia da terra, receberam o nome de Santa Digna. Estas cruzes serviram para demarcar os territórios e simbolizava fortuna e proteção para aqueles que viajaram para países distantes. A imagem de Santa Digna mantém o mais puro de nossa identidade, uma fusão de prosperidade e simplicidade do projeto chileno. Ele reflete a união da sua origem (cruz da prosperidade) com a cruz andina da América Latina, graças ao continente e cultura que nos acolheu há mais de 30 anos atrás. Desde a nossa chegada no Chile em 1979 começamos experimentos vitícolas com diferentes variedades. Uma delas, a Shiraz, não parecia achar em Curicó um melhor habitat e, portanto, após os anos, chegamos até Linares, 140 km. ao sul. Lá, em solos pobres e bem drenados, a Shiraz rende escassa, mas excelentes colheitas de uva. Apreciar a cor púrpura e intensa, e o aroma com notas de pequenos frutos pretos, violeta e groselha. Com presença em mais de 100 países, a vinha familiar Miguel Torres Chile se consolidou nestes 30 anos como uma das principais vinícolas produtoras de vinhos de qualidade através da identidade dos seus produtos, o respeito ao meio ambiente e a sua responsabilidade social. Ao longo do território chileno as nossas adegas forjaram uma identidade e produção única de acordo com o clima onde eles estão dando a Miguel Torres Chile variedades com sabores e cepas típicos de nosso país. Nós nos preocupamos com a manutenção de cuidados ambientais e uma forte Responsabilidade Social fortalecida no Comercio Justo o Fair Trade, durante todo o processo de produção dos nossos vinhos.


Espumante
Os espumantes franceses são conhecidos mundialmente por diversos motivos. A rica combinação de uvas unida às técnicas de produção bem desenvolvidas e exploradas pelos produtores dão origem às bebidas mais procuradas e apreciadas pelas pessoas.Trazendo toda a mineralidade da Borgonha e a leveza da França, o produtor Jean Dorsene nós apresenta um espumante descontraido e facil de beber.


Espumante
No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira. Espumante único elaborado a partir das variedades Chardonnay e Pinot Noir através do Método Tradicional refermentação em garrafa permaneceu 24 meses nas caves subterrâneas maturando sobre leveduras.


Branco
Respeitando a tradição vitivinícola da mais antiga região demarcada do mundo, são vinhos produzidos com base nas suas variedades autóctones. Versáteis e gastronómicos, expressam o lado mais fresco do Douro. Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio. Fruto das castas mais tradicionais da região, os nossos Assobios tinto, branco e rosê, frescos e versáteis, são vinhos com grande aptidão gastronómica.


Rosé
Saindo na estação de comboios da Covelinha, na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, ficamos de frente para a actual adega da Quinta dos Murças – antigamente apenas um sólido armazém – ostentando o seu nome, de acordo com a velha tradição das quintas durienses. A Quinta dos Murças é hoje uma propriedade agrícola de 155ha, situada ao longo de 3,2km na margem direita do rio. Impondo-se pela impressionante verticalidade das suas vertentes, acolhe dezenas das castas autóctones da região, e beneficia de uma riqueza paisagística única, onde se sobrepõem encostas íngremes, socalcos, ribeiros, vinhas e olivais. A data da sua fundação não conseguimos precisar. A primeira referência escrita à Quinta dos Murças data de 1770, no livro de registo das qualificações dos vinhos de embarque da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Junto a um dos limites da Quinta dos Murças, encontramos encostas íngremes formando um vale. Neste local, de orientação maioritariamente a Norte, mais protegido do sol, quando o vento passa ouvimo-lo assobiar. É de vinhas como as que ali se encontram, de parcelas com características únicas, a cotas mais elevadas, que provém o Assobio. Fruto das castas mais tradicionais da região, os nossos Assobios tinto, branco e rosé, frescos e versáteis, são vinhos com grande aptidão


Tinto
O genial Jean-Claude Mas é a grande estrela do Languedoc, e entre suas maiores criações está a linha Arrogant Frog. Nariz elegante e complexo, com notas de fruta preta, cassis, alcaçuz, baunilha. Bom corpo, balanceado, com taninos macios e bem integrados, final longo e equilibrado.


Tinto
Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional. No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.
